Mais Vívida entra na campanha “Velhice não é doença”

É um absurdo a OMS (Organização Mundial de Saúde) querer transformar velhice em doença! E é muito bacana estarmos dentro destes ecossistemas e trabalharmos para as empresas com o que mais gostamos de fazer, conexão com stakeholders e engajamento em causas. A Mais Vívida faz live hoje às 18h, em seu Instagram (@mais_vivida), com o jornalista Mauro Wainstock, colunista da Exame, sócio do HUB 40+ e Linked In TOP VOICE, com quem conectamos a startup. Sabe qual será o assunto? Linked In para os 60+!!! Siiim, Linked In para os 60+. A Mais Vívida é uma plataforma que faz o match entre jovens e 60+ para compartilhamento de conhecimentos de tecnologia foi acelerada pela Igloo, Samsung Ocean e Yunus Negócios Sociais, recebeu o prêmio de TOP 10 Promissoras pelo Aging 2.0, foi eleita uma das startups para serem observadas pelo TOP VOICE do LinkedIn Gustavo Caetano e acaba de receber investimento da Bossa Nova Investimentos, o maior fundo de microventure capital da América Latina, através do qual sou investidora na empresa.

A série de 10 lives, iniciada ontem com o membro da Academia Brasileira de Medicina e gerontólogo Alexandre Kalache, abordará temas que envolvem saúde, empreendedorismo, trabalho e lifestyle. Por que isso tudo? Porque a Nova Classificação Internacional de Doenças (CID) da Organização Mundial de Saúde (OMS) passará a incluir, a partir de janeiro de 2022, a “velhice” entre os problemas de saúde. A CID11, que traz o código MG2A, irá diagnosticar “velhice” e substituir “senilidade”, termo utilizado atualmente, ou seja, “velhice” passa a ser considerada oficialmente uma doença.

Esta tomada de decisão está sendo alvo de críticas – com toda razão. Em 2015, a Convenção Interamericana Sobre a Proteção Dos Direitos Humanos dos Idosos determinou o envelhecimento como o “processo gradual que se desenvolve durante o curso de vida e que implica alterações biológicas, fisiológicas, psicossociais e funcionais de várias consequências, as quais se associam com interações dinâmicas e permanentes entre o sujeito e seu meio”.

Esta mudança é um retrocesso gigante nos direitos humanos dos idosos, que já sofrem com um estigma imposto pela sociedade. Além desta alteração na CID poder contribuir com o preconceito contra idosos, esta decisão poderá desenfrear uma série de dificuldades no mundo inteiro. No Brasil, a idade para ser considerado “velho” é a partir dos 60 anos e, na Itália, por exemplo, é definido como idosa a pessoa a partir dos 75 anos. Um ponto importante é que as mortes de pacientes acima dos 60 anos será tratada com o CID “velhice”. Isso resultaria em um atraso enorme nos dados epidemiológicos, trazendo perda de informações extremamente relevantes que ajudam a identificar e tratar doenças associadas ao envelhecimento.

O envelhecimento não é algo generalizado, não existe uma única velhice. A CID11, de forma indireta, contribui para o que chamamos de “Ageismo” e se mostra na contramão em uma sociedade que busca promover uma longevidade ativa e saudável. Existem idosos que estão impactados por doenças sim, mas há aqueles que vivem de forma independente, os que trabalham e os que estão começando agora a realizar seus sonhos!

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