Vicente Nunes, editor do Correio Braziliense: "Não há como abrir espaço para assuntos irrelevantes"

Tive hoje uma reunião com um cliente que me sugeriu algumas vezes:

- "Isso aqui dá pauta", indicou o diretor da empresa...
- "Olha, este assunto aqui dá uma bela matéria", complementou...

Ouvi calmamente mas o Vicente Nunes, editor de Economia do Correio Braziliense, explica melhor o momento que o país está passando em cinco linhas do que eu em cinco minutos. Vou usar estas informações em um Media Training nesta semana, Vicente, fica tranquilo.

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Aos que não conseguiram ampliar:
"Sem noção
Muito se fala que os jornais impressos terão que se reinventar para sobreviverem em um ambiente muito hostil. Concordo plenamente. Ainda fazemos jornal seguindo o modelo dos anos de 1990. Um absurdo. 
Mas é inacreditável a quantidade de assessores de imprensa que ligam para os jornais oferecendo pautas sem pé nem cabeça, de lançamento de produtos, de gestor que tem dica para isso e aquilo.
Cá para nós, os jornais estão pequenos demais para publicarem qualquer coisa. Papel custa caro. Com o país em crise, a economia derretendo, tantas notícias importantes, não há como abrir espaço para assuntos irrelevantes. Quem quer falar sobre seus novos produtos deve anunciar. Simples assim. ‪#‎prontofalei‬"

Assessoria de Imprensa como alavanca para empreendedores

 

 
 
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malu

alex pinheiro





Debater as melhores práticas em assessoria de imprensa e como lidar com a imprensa para alavancar empresas start up, negócios empreendedores, consultorias, pequenas e médias empresas. Este é o objetivo do painel “Assessoria de Imprensa para MPE”, que será realizado na BQ Escritórios, na Rua São José, 40, Centro, Rio de Janeiro, no dia 19 de julho, das 9h30 às 11h30. As inscrições são gratuitas, mas as vagas são limitadas através de inscrições no site www.clubeconhecimento.com.br.

“Queremos conversar com empreendedores, consultores, advogados, donos de pequenos e médios negócios sobre nossas experiências e ajudá-los a desenvolver seus negócios”, antecipa Kiki Lessa, economista, fundadora da BQ Escritórios, pioneira em escritórios virtuais no Rio de Janeiro. Hoje gerencia 2.500 m2. de escritórios mobiliados para aluguel como uso eventual ou permanente e aluguel de salas para treinamento no Rio de Janeiro e em Macaé. Em 2012 cresceu 62%.

“Sou empreendedora e adoro trabalhar com empreendedores”, complementa Malu Fernandes, jornalista que faz consultoria em relacionamento com a imprensa desde 1994. Atuou em veículos como TV Globo, Rádio Globo, O Estado de São Paulo e Jornal do Brasil, onde ganhou um Prêmio Esso. Tem experiência em grandes empresas como Bradesco Seguros, FMC Technologies e Petrobras, onde gerenciou a crise da CPI pela CDN. Uma de suas tarefas era produzir textos e auditoria do Blog Fatos e Dados, premiado com o Gold Quill Awards 2010 pela International Association of Business Communicators.


Um dos mais esperados do evento é Alex Pinheiro, fundador e CEO da EDUMOBI, uma empresa Abril Educação. Empreendedor, fundou, foi sócio ou liderou várias empresas de sucesso, tais como GOL Mobile, Wiz Technologies, Hands e  Via Global, a primeira empresa investida do Fundo de Internet, listado na BOVESPA, IP.COM (2000-2005), gerido pela Invent. Acumula prêmios nacionais e internacionais, entre eles: BREW 2004 - FINALIST Best Communication Application (WMAIL2.0), VIVO AWARDS 2004 - Most downloaded Game (PENALTI), 3G CDMA Industry Achievement Award 2004 - Most Innovative Aplication of Music/Audio (CRAZY TONES), BREW 2005 - FINALIST - Best Location Based Service Application (VIVO LOCALIZA) e INFO 2005 - Best Mobile Service (VIVO LOCALIZA).

Administração Pública Federal expulsa 394 servidores


Depois de Jornalismo, Marketing, Administração e Comunicação Empresarial, agora estudo Direito. Ao invés de Química, Física e muitas matérias no ensino médio e fundamental, acho que deveríamos incluir Direito para conhecermos melhor a Constituição, o Código Civil, Penal e outras leis para gerenciarmos melhor nossa vida pessoal e trabalho. Estudando aqui para a prova de Direito Administrativo, que ocorrerá na terça, eis que me deparo com uma informação interessante compartilhada pelo professor, coordenador do Curso de Direito da Cândido Mendes do Centro, doutor pela PUC e procurador da AGU, Farlei Riccio. "Em 2011, a administração pública federal aplicou 564 punições administrativas expulsivas do serviço público. Foram 469 demissões, 38 cassações de aposentadoria e 57 destituições. Até setembro de 2012, foram mais 394 expulsões. Desde 2003, quando a Controladoria Geral da União (CGU) começou a registrar os dados, foram aplicadas 3.927 penalidades máximas. De acordo com o relatório da CGU, entre 2003 e 2011, quase 32% das punições foram aplicadas por uso indevido do cargo público e 19% por improbidade administrativa. Abandono de cargo (falta injustificada por mais de 30 dias consecutivos) motivou 8,6% das expulsões, seguido de recebimento de propina (5,5%) e desídia (4,8%), que é desleixo, negligência ou descaso com o trabalho. Os outros 30% saíram por motivos variados, como acumulação ilegal de cargos, aplicação irregular de dinheiro público e dilapidação de patrimônio."

Crossing the Copacabana: the wooing of Brazil after Lula.

Apresentei o economista Tim Harcourt à CT Boucherie, no Leblon, e estava uma delícia nossa picanha. Mantivemos contato depois da entrevista que fiz com ele em Sydney, na Austrália, publicada em outubro pela Revista Conjuntura Econômica, da FGV. Recebi agora este artigo dele e é sempre interessante ver o que economistas estrangeiros perceberam de nosso país.  
 
Crossing the Copacabana: the wooing of Brazil after Lula.
Tim Harcourt*
Chief Economist
Australian Trade Commission
Sydney
In economic history, you can see how times change. Once upon a time, a century ago, and even 50 years ago, Argentina was one of the richest economies in the world, and Brazil one of the poorest. But on my recent trip to Brazil one of my hostess’s in Rio de Janeiro commented that “even her maid took her holidays in Buenos Aires because it was now so cheap!” I thought this was symbolic of the recent changes of fortunes for the two South American neighbours.

But can you really see an economy changing before your eyes? A century or even 50 years is a long time but even I have noticed remarkable changes in Brazil in just under a decade of regular visits there.
In 2002, on my first trip to Brazil, times were tough (see my previous article Blame it on Rio). Neighbouring Argentina was in the midst of economic crisis, (see the article Don’t buy from me, Argentina) and Brazil was concerned about contagion from her neighbour. In fact, Brazil had just got over a significant crisis in 1998 and didn’t want a repeat of those events. In 2002, Brazil was also facing a presidential election, with the perennial candidate, Lula from the Workers Party (PT) running for the fourth time. Whilst I noticed Lula had great support in Porto Alegre at the World Social Forum where I was a guest speaker, the business people and journalists I spoke to in Sao Paulo were apprehensive, and in any case, pessimistic about his chances of winning.

What a difference eight years makes. Lula did win in 2002, won re-election in 2006 and left office at the end of 2010 with a massive 80 plus percent plus approval rating which is an amazing result for a democratically elected politician at the end of their term anywhere. Even his successor, Dilma Rouseff, who has just entered the Presidential palace in Brasilia, has an equally healthy approval rate of 73 per cent.

So why the popularity of Lula and now Dilma? To use the old Clinton campaign line: It’s the economy stupid. Brazil avoided a major recession during the global financial crisis (GFC) and chalked up an impressive 7.5 per cent economic growth rate in 2010, which is expected to be followed by a solid 4.5 per cent this year should inflation risks be contained. In short, the Brazil of 2011 is a different place to the Brazil of 2002. The country is more confident, it is playing a significant role on the world stage, (Lula opened 53 new Brazilian embassies in his term including 30 in Africa) its economy is now talked about as an emerging economic superpower along with China and India (now it is part of both the BRICs (Brazil, Russia, India and China) and the big emerging economies, the BEEs).  Historically we used to think of Brazil and other South American countries as causing a crisis themselves or being a victim of one. It’s very rare for them therefore to get through a major global economic crisis unscathed. And whilst they say Brazil is emerging, by the time of the Rio Olympics in 2016, will we be able to say that it has emerged? After all, it is the world’s 7th largest economy and after Rio 2016 it could well be in the Top 5.


The success of the macroeconomic and fiscal performance of the Lula administration, which was accompanied by effective monetary policy by the Central Bank, is also demonstrated by some of the strong improvements in various social indicators. Under Lula, around 29 million people have been added to the middle class generating a strong consumer culture, with 187 million cell phone users and strong improvements in car and home ownership. All this has been achieved whilst undergoing robust growth in population and a reduction in the levels of absolute poverty and lower crime rates.
According to a distinguished Brazilian economist and past adviser to the government in Brasilia, Professor Fernando Carvalho, of the Federal University in Rio de Janeiro (UFRJ), these outcomes are the result of success on two major policy fronts.


Firstly, there was the expansion of social programmes – essentially an extension of thecomunidade solidaria, started by Lula’s predecessor President Fernando Cardoso a famous Brazilian sociologist who later entered politics. According to Professor Carvalho: “Lula extended the programme and made it effective. Also by-passed local and state government and made more use community organizations and churches for delivery. This policy effectively has doubled the income of the very poor and at the same time has expanded the Brazilian middle class adding the to the power of Brazilian consumers at the same time. As a result, infant mortality has been reduced, education retention levels are higher, and the overall standard of living of the average Brazilian has increased.”


Secondly, there has been a new approach to fighting crime. According to Professor Carvalho: “Instead of the US style ‘more cops on the beat’ approach, the Government handed over responsibility to the communities in the favelas, to provide their own community policing.” As a result, there is less crime in the favelas, and because of higher incomes and education levels amongst poor Brazilians, less incentive to commit crime.


So has international trade helped? Sure. China, like in the case of Australia, is Brazil’s number one trade partner. Of the nations that have benefitted from China’s rise, Brazil and Australia are the standout with rising commodity prices and significant gains in the terms of trade of each country. Brazil, like Australia, avoided the worst of the GFC due to its own fiscal and domestic economic reforms and because of its strong trade links to China. However, unlike Australia, Brazil, with its 193 million population also has a large internal economy (60 per cent of GDP is domestic) and a massive industrial sector (manufacturing accounts for 40 per cent of the Brazilian economy with a globally significant automotive and aviation sector, spearheaded by Embraer).


According to Professor Carvalho: “Brazil is the only place in Latin America that has scale. Mexico is big but closely tied to the USA economically, Chile is a niche player with strength in copper etc and the rest are either oil and gas (like Venezuela) or agriculture (like Uruguay). Only Argentina could challenge Brazil in terms of size, but their economic problems have kept them out of the race for some time. In short, it’s Brazil, Argentina and the small trading nations,” he explained.
In fact, according to Carvalho, Brazil, ironically has traditionally been isolationist.
“When I was growing up, few Brazilians even spoke Spanish. In fact, there were three times more English speaking Brazilians than Spanish speakers. There was interest in Argentina, mainly because Brazilians have a fascination with the tango, but not many Brazilians had even been to their neighbours in South America let alone the rest of the world. Immigrants whilst sentimental about their origins became fully fledged Brazilians, and Brazil had unlike her neighbours, never been involved in any conflict or major border disputes,” he recalled.


Clearly, Brazil is a special case. As Greg Wallis, Australia’s Trade Commissioner in Sao Paulo puts it: “Brazil is the prize of Latin America and we have to make the running. Countries like Chile, Peru and Colombia like us and woo us but in Brazil’s case we have to do the wooing.”
And as Brazil plays a stronger role in the world economy, and the 2014-2016 World Cup-Olympics double approaches we will have to do more than just woo the girl from Ipanema, we’ll have to woo the hearts and minds of a globally very strong and popular Brazil. And Buenos Aires can expect more tourism spending by a wider spectrum of Brazilian society than ever before!
 
*Tim Harcourt is the chief economist of the Australian Trade Commissionwww.austrade.gov.au/economistscorner and a Visiting Fellow, School of Economics, Australian School of Business at the University of New South Wales (UNSW).
He is also the author of The Airport Economist:  www.theairporteconomist.com
Thanks to Greg Wallis, Ana Carolina Bonin, Alexandre Pundek, Eduardo Loyo, Danielly Ramos, Marcelo Andrade, Malu Fernandes, Lia Valls Pereira, Armando Castelar Pinheiro, Ronaldo Veirano, Cristiano Souza, Samule Pessoa, Luis Neves, Tim Morris, Crispin Conroy, Goran Nuhich, Fabio Nave, Rick Allert, Patricia Monteiro, Patrick Carvalho, Fernando Carvalho, Daryl Hudson, Ambassador Brett Hackett, Ambassador Edileuza Fontenelle Reis, and Ambassador Americo Fontenelle.

Menino cria site que só mostra notícias boas

Dizem que é só pensarmos em alguma coisa, irmos procurar e ver que a ideia já existe. Acabo de receber de uma amiga que conhece este meu sonho a seguinte notícia veiculada pelo Terra. Leia abaixo na íntegra e comente. E sempre que tiver notícias boas, me mande, que estamos aqui para isso mesmo.

" Um menino norte-americano parece ter a solução para quem acredita que as notícias são muito deprimentes: aos 12 anos, ele criou um site especializado em tudo de bom que acontece no mundo.

Entre os deveres da escola e lições de violoncelo, Max Jones, de Orlando (Flórida) criou um "império televisivo online" que só transmite boas notícias.

O site Weekend News Today (www.hnheadlines.com), do qual Jones é o apresentador principal, recebe 5 mil visitas diárias e conseguiu atrair colaboradores adolescentes de todo o mundo para enviar textos e vídeos.

"Realmente creio que uma pessoa pode fazer a diferença no mundo, apenas pouco a pouco", disse à agência France Presse o jovem empreendedor, que sonha presidir uma cadeia de 15 sites algum dia.

Max quer ser jornalista e aposta na internet porque acredita que eventualmente os diários vão ceder aos meios online, e ele busca um papel de liderança nessa transição.

Em dezembro de 2008 converteu seu armário em um estúdio de televisão onde passa cinco horas por semana - e ainda mais tempo no verão - escrevendo artigos, editoriais, gravando vídeos, conseguindo mais colaboradores e se associando em diferentes sites.

"Vou dormir por volta das 21h", contou. "Mas se tenho muita lição de casa, deixo a web de lado porque a escola deve ser prioridade".

Max, que também está tendo aulas de jornalismo online, encontrou muitos colaboradores em sites de classificados, como o popular Craigslist, e de estágios, como o www.internship.com.

Seu site Weekend News Today quase não tem publicidade e não tem fins lucrativos, mas gera alguma renda ao vender conteúdos em uma loja online que oferece artigos e fotos.

Max, que grava seus vídeos em casa e no laboratório de computação da escola Lake Highland Preparatory School, onde vai cursar agora o sétimo ano, tem a tenacidade de um jornalista experiente.

Após a renúncia da governadora do Alaska, Sarah Palin, ele escreveu: "É isto um colapso da meia idade para Sarah?" Ele solicitou uma entrevista na secretaria de imprensa dos republicanos, mas ela não foi concedida.

Max teve mais sorte com o autor de um livro sobre a Coreia do Norte, a quem localizou depois do sequestro das jornalistas americanas Laura Ling e Euna Lee perto da fronteira chinesa.

Assim, teve um papel ativo na luta pela libertação das jornalistas, e quando isso finalmente aconteceu depois da mediação histórica do ex-presidente Bill Clinton, Max recebeu uma ligação telefônica de agradecimento da própria Ling.

Lillian Wu, 18 anos, começou a escrever no Weekend News Today depois de entrar em contato com Max no Facebook. Wu, que começará a universidade este ano, disse que Max tem sido uma inspiração para ela.

"É um garoto muito jovem que está aí para mudar o mundo", disse ela à agência France Presse. "Para muitos adultos isso não importa, ou eles são indiferentes. Mas ele está fazendo sua voz ser ouvida, e tem apenas 12 anos".

Terra Colombia

Microsoft vê 2009 positivo no Brasil

Minha mãe me diz sempre que sou muito otimista e sonhadora, que o mundo não é tão cor de rosa assim. Em mais um momento que só se lê notícias ruins, compartilho com você uma matéria que gostei de ler, produzida pela Reuters. É importante dar todos os créditos.
"Microsoft vê 2009 positivo no Brasil e lança ajuda a empresas
Por Alberto Alerigi Jr.
SÃO PAULO (Reuters) - A Microsoft espera um crescimento do faturamento no Brasil em seu ano fiscal de 2009 e deve manter os investimentos em relação a este ano, apostando que o país crescerá mais que a média mundial, afirmou nesta terça-feira o presidente da empresa no Brasil, Michel Levy.
Com um discurso otimista de que a crise financeira internacional cria "oportunidades de negócios", o executivo prefere chamar o momento atual de "rearranjo" ou "transformação" da economia, em que setores que antes da crise vinham perdendo com o dólar se desvalorizando contra o real passaram a ganhar, enquanto o inverso aconteceu com os segmentos econômicos que até setembro estavam se beneficiando da força da moeda brasileira.
Evitando falar em números precisos de faturamento e investimentos, o chefe da operação brasileira da maior empresa de software do mundo afirmou que "sem dúvida vamos nos beneficiar de nosso momento de expansão no Brasil".
A companhia ampliou seu quadro de pessoal em cerca de 30 por cento nos últimos dois anos no país, ampliando seus escritórios de 8 para 14 e o total de funcionários para 550.
"O atual momento é para nós momento de acelerarmos nosso crescimento para capturarmos as oportunidades que estão surgindo. Atuamos agora no Brasil todo e, enquanto clientes de um setor podem ir mal, outros vão bem", disse Levy. O executivo participou de anúncio de programa da Microsoft para apoio ao crescimento de empresas iniciantes de tecnologia.
Ele citou como exemplo setores calçadistas e de móveis com foco em exportação, que estão sendo beneficiados com a desvalorização do real diante da moeda norte-americana--de 7,1 por cento nos últimos 30 dias. "Estive em uma reunião (com clientes) na semana passada em que não ouvi a palavra crise nenhuma vez", afirmou o executivo.
Em compensação, Levy citou impactos sentidos em setores vinculados mais diretamente ao crédito como financeiro, automotivo e construtoras, mas não deu mais detalhes.
"Creio que a oportunidade agora está em produtos de mobilidade e que são capazes de reduzir custos (...)", disse o executivo sobre tecnologias como virtualização, em que a capacidade de servidores pode ser melhor aproveitada com o uso de vários sistemas operacionais no mesmo equipamento. "Tecnologia da Informação é uma necessidade absoluta para a competitividade."
APOIO A PEQUENOS
O programa lançado pela companhia nesta terça-feira, Microsoft SOL, tem como meta apoiar empresas embrionárias que desenvolvem produtos ou serviços baseados em software, seja de código proprietário ou livre.
A iniciativa de três anos fornecerá às empresas iniciantes, por preço simbólico de 100 dólares, um pacote com 55 programas da Microsoft e consultoria de negócios online e, para empresas selecionadas, consultoria presencial.
Perguntado sobre se a época para o lançamento do programa, marcada por escassez de crédito, é adequada, o presidente da Microsoft Brasil afirmou que "o momento é bom sim. Mostra confiança no estímulo ao conhecimento. Não estamos olhando para o curtíssimo prazo."
E o diretor de inovação e novas tecnologias da empresa, Carlos Ferreira, emendou: "É um programa para empresas embrionárias, que precisam de um mínimo de recursos técnicos para seu desenvolvimento. Normalmente neste estágio muito pouco capital é exigido."
A companhia investiu nos últimos cinco anos 85 milhões de reais em iniciativas de promoção ao desenvolvimento de software no país e conta com 21 centros de inovação em 9 Estados do Brasil.
(Edição de Taís Fuoco)". Mande para mim outras notícias que você gostou de ler por aí.

Sequestro em SP: A culpa é de quem?

A Diretora do Clube de Comunicação em São Paulo, Thaís Naldoni, editora-executiva Portal IMPRENSA, trouxe uma discussão importante para o Clube de Comunicação, onde sou Diretora de Relacionamento. Comentem em http://portalimprensa.uol.com.br/colunistas/colunas/2008/10/18/imprensa311.shtml. Como o assunto tem muito a ver com a imprensa, com os comunicadores em geral e mais ainda com a sociedade, trago para cá esta discussão. O Blog do Jorginho, Jorge Antônio Barros, tem uma análise bem interessante de um dos maiores especialistas no estudo de ações táticas policiais. Recomendo também a leitura do livro do Bucci, "Sobre a Ética e a Imprensa", considerado o melhor sobre este tema tão importante. E sugiro relermos o Código de Ética dos Jornalistas para termos estas questões na ponta da língua. http://www.jornalistas.org.br/download/codigo_de_etica_dos_jornalistas_brasileiros.pdf.

Resumindo, para não escrever um outro livro aqui, que opiniões em lista de discussão não são para isso, Bucci diz que sensionalismo é eticamente reprovável. Ela lista 10 mandamentos. Alguns deles são:
1- Pensar nas consequências do que se publica. Ex. Não se noticiar suicídio. E expor vidas ao risco, como houve neste sequestro em SP?
2- Contar a verdade não é o bastante. Mais uma vez, o jornalista deve levar em conta as consequências de seus atos antes de decidir o que fazer.
3- Possuir impulso de educar. Houve isso quando se entrevistou o sequestrador?
4- Distinguir opinião pública de opinião popular. Ex: opinião pública é diferente de curiosidade perversa do público.


É muito perigoso o jornalista se considerar acima do bem e do mal. É preciso chamarmos para um debate urgente os produtores de conteúdo na internet, e não só a grande imprensa, porque concordo com o Bucci que a prática jornalística nunca dependeu tanto da reflexão como agora, ainda mais um momento em que há 113 milhões de blogs na web. Estes números foram publicados na segunda-feira, ou seja, já estão velhos. Uma redação é um núcleo encarregado de pensar, ainda mais na era da internet em que todos são produtores de conteúdo e, mesmo que a Sônia Abrão e o Datena não estivessem brigando por audiência, alguém poderia colocar este vídeo ao vivo na TV UOL. Hoje o UOL já fatura duas vezes mais que o Estadão. Ou no Google, o maior do mundo. Precisamos tomar muito cuidado com fazermos jornalismo para outros jornalistas tudo com medo de tomarmos o furo. "Se eu não der, o outro dá", justificam os que pensam assim. Na minha época de TV Globo, a empresa que mais tempo assinou minha carteira, ficou proibido detalhar sequestros: como foi, de onde arrancou a vítima, etc. Tudo para que a emissora fizesse sua parte em não contribuir com a difusão deste "ensinamento". Suicídio, idem. Lembro de um dia que estava sozinha no plantão e atendi ao telefonema do Dr. Roberto Marinho cedinho perguntando se tínhamos dado o suicídio da Elisinha Moreira Salles. Esta discussão tem que envolver também especialistas em gerenciamento de crises porque há muitos atores envolvidos: sociedade, segurança pública, imprensa. Mais do que culpar A ou B por esta morte precoce, necessitamos evitar as próximas porque maluco é o que não falta. Aliás, estou impressionada com a quantidade de malucos soltos por aí.

"Ser voluntário transformará sua vida"

Ana Luiza Badaró, uma amiga, me escreveu. "Vivi uma experiência que talvez você possa aproveitar no Vale Encantado. Passei três dias com uma indiana da comunidade Arte de Viver, (www.artedeviver.org.br, ONG internacional cujo fundador - Sri Sri Ravi Shankar - foi candidato ao Prêmio Nobel da Paz), que nos ensinou sobre o controle do stress através da respiração". Segundo ela, para quem já é inciado em yoga ou meditação, não há muitas novidades mas, no caso dela, "fiquei totalmente encantada com tudo o que ouvi daquela mulher que parecia levitar enquanto conversávamos sobre o ser humano, valores a resgatar, e sobre conceitos como paz e felicidade".

Ela foi informada de que, na India, após a entrada na adolescência, todo jovem (provavelmente de algumas castas) passa a ser acompanhado também por um guru. Se na escola vai continuar aprendendo sobre como se preparar para os desafios profissionais, seu guru vai ensiná-lo a lidar e manter sob controle as emoções negativas, saber tão fundamental como todos os outros, na opinião deles.

De acordo com a a instrutora Rajshree Patel, existem quatro formas de se aumentar o nível de energia vital (prana) no organismo: alimentação, sono (esses dois primeiros têm efeito contrário em caso de excesso), respiração e alegria. "Realmente, quem nunca sentiu a energia gerada após um episódio de realização ou na volta de uma viagem maravilhosa?", ressaltou minha amiga, uma educadora muito reconhecida. No entanto, infelizmente, nem sempre podemos contar com dias ensolarados, pois a vida também nos reserva momentos de tempestade. Sobra a respiração, portanto, como ferramenta simples e poderosa para o alívio da sobrecarga mental. Segundo a mestre, a respiração é a ponte entre nosso corpo e a mente. Há um ritmo para cada estado. "Respiramos mais rapidamente quando estamos ansiosos ou com raiva, mais profundamente na tristeza, e assim por diante. Num momento de stress, trocando o ritmo da respiração para um de tranquilidade, o cérebro se acalma imediatamente, dando-nos a oportunidade de responder ao invés de reagir", acrescentou a psicóloga.

O que prometem? Não é pouca coisa: mais saúde, concentração, tranquilidade, criatividade e qualidade de vida em troca de 20 minutos diários da respiração ensinada no curso. E uma mente focada no presente, pois se prender ao passado é garantia de saudosismo, raiva ou culpa, enquanto viver no futuro é ter expectativas, medos e ansiedades desnecessários.

Rajshree prometeu quase que a "fórmula da felicidade" se somarmos à respiração diária a prática de um trabalho voluntário por duas horas semanais. "Faça, nem que seja por você. Ser voluntário transformará a sua vida", recomendou.

Ana Luiza revelou que, por enquanto, ainda não sentiu grandes mudanças. Mas o Phil, marido dela, dormiu como uma criança enquanto a Bolsa despencava nos últimos dias, fato inédito e totalmente surpreendente. "Se for simples assim e trouxer toda essa paz de espírito, estou dentro! Por isso pensei em te convidar para levá-los ao Vale, já que dão cursos gratuitos em comunidades carentes, e têm conseguido resultados excelentes em presídios e fundações de menores infratores. Me avise", escreveu.

Mais informações em :www.artofliving.org. Eu adorei isso e já vou agendar com o Tavinho, Presidente da Cooperativa Vale Encantado, Ana Luiza. Logo depois da nossa campanha de arrecadação de brinquedos para o Dia das Crianças.

Posicionamento internacional da Vale é o maior desafio da Diretora de Comunicação da empresa

Mineira de Nepomuceno, com muito orgulho, a Diretora de Comunicação da Vale, Olinta Cardoso, é responsável pela imagem da maior empresa privada do Brasil e relacionamento entre mais de 100 mil empregados próprios e terceirizados, um número quatro vezes maior que o número de habitantes de sua cidade, no sul de Minas. Hoje ela falou, a meu convite, a integrantes do Clube de Comunicação sobre seus principais desafios, as piores crises que enfrentou, sobre as pessoas que a ajudaram na vida até ocupar uma das cadeiras mais respeitadas do setor. Perguntada sobre o orçamento que tem em mãos, ela demonstrou que não só os executivos da segunda maior mineradora do mundo fazem media training. "Ainda não sei. É o nosso primeiro orçamento global", respondeu com muita tranquilidade e experiência, mantendo o sigilo também dos números anteriores. Mais importante do que eles, entretanto, é o que representa seu maior desafio. "Ao mesmo tempo que posicionamos a Vale, estamos posicionando o Brasil sempre", contou. O evento contou com participantes da Coca-Cola, Dufry, Revista Mining Press (Argentina), OPM, Aúrea Seguradora de Créditos e Garantia, da própria Vale e do governo do estado, entre consultores de comunicação e jornalistas. Ela também falou sobre a grande preocupação ambiental da Vale. Aliás, recebi email dos organizadores do Prêmio Itaú de Finanças Sustentáveis, agradecendo minha sugestão de incluir jornalistas de blogs no ano que vem. Fiquei feliz. É assim que se estimula a produção de trabalhos de qualidade. Comente. E conte também o que aprendeu hoje com a Olinta para os que não foram.

Chico Alencar: Os sonhos não envelhecem

Papo inteligente é tudo de bom, né, gente? Ontem à noite estive com mais 15 jornalistas com o candidato a prefeito pelo PSOL/ PSTU, Chico Alencar, meu professor de história no Colégio Santo Inácio. Foi um papo íntimo, que ele pediu para ficar entre aquelas quatro paredes, onde falou sobre política, educação, transporte, saúde, segurança, urbanismo, habitação, meio ambiente, cultura, geração de renda e bastidores do poder. "Existe um neoconformismo esclarecido na classe média", filosofou o sonhador de quase 60 anos, com a mesma utopia de menino de quase 30 anos atrás. Coerente, ficou muito animado quando a conversa teclou no assunto educação. "Esta é a minha área: são 1061 escolas e 750 mil crianças. Como dizia Paulo Freire, cada escola tem que chamar os pais de seus alunos para discutir sua vocação. Eu e a Vera vamos fazer uma administração pedagógica", antecipou. Entre as soluções para a saúde, ele citou o programa Médico de Família e a informatização para minimizar o sofrimento dos que usam o SUS. Utópico mas esperançoso, criticou os empresários de ônibus que adoram dar mesada para parlamentares e distribuiu uma cartilha com 50 pontos do programa de governo, acessível via site http://www.chico50.com.br. Precisamos participar de mais reuniões destas com pessoas de bem para propormos soluções e acompanharmos as ações de nossos representantes nos poderes executivo e legislativo. Qual é sua opinião sobre o Chico? E sobre os outros candidatos? Você já sabe em quem vai votar?

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  • Seis livros escritos para clientes.
  • Mais de 130 juízes eleitorais treinados.
  • Cristo redentor é eleito uma maravilha do mundo moderno com 800 mil votos, o terceiro mais votado.
  • Mensuração de resultados em Marketing: Esplendores do Vaticano, O Mágico de Oz, Tudo por Um Por Star, Kirov, O Rei Leão, Débora Colker, Barbaridade e vários outros.
  • A Árvore de Natal da Bradesco Seguros, a maior árvore de Natal flutuante do mundo, passa a ser notícia no mundo.